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Make 2012 GREAT! [by Tony Roobbins]

domingo, 12 de fevereiro de 2012
Posted by Karen Oswald

Persistir.. Persistir.. Persistir...






(by Tony Robbins; "Desperte o Gigante Interior")


Em 1938, enquanto ainda estava na escola, o Sr. Honda pegou tudo o que tinha e investiu numa pequena oficina, onde começou a desenvolver seu conceito de anel de pistom. Queria vender seu trabalho à Toyota Corporation, e por isso trabalhou dia e noite, todo lambuzado de graxa, dormindo na oficina, sempre acreditando que era capaz de produzir o resultado. Chegou inclusive a empenhar as jóias da mulher para permanecer no negócio. Mas quando finalmente terminou os anéis de pistom e os apresentou à Toyota, disseram-lhe que não atendia aos padrões da firma. Voltou à escola por mais dois anos, ouvindo a risada de deboche dos professores e colegas, quando comentavam como eram absurdos seus objetivos.

Mas em vez de focalizar a dor da experiência, ele decidiu continuar a focalizar seu objetivo. Até que por fim, após mais dois anos, a Toyota deu ao Sr. Honda o contrato com que ele sonhava. Sua paixão e convicção deram certo, porque ele sabia o que queria, entrou em ação, observou seu trabalho, e foi mudando o foco até conseguir o que desejava. Surgiu então um novo problema.

O governo japonês se preparava para a guerra, e negou a Honda o concreto de que precisava para construir sua fábrica. Ele desistiu? Focalizou a injustiça da situação? Achou que significava a morte do seu sonho? Absolutamente não. Mais uma vez, Honda decidiu utilizar a experiência, e desenvolveu outra estratégia. Ele e sua equipe inventaram um processo para fabricar seu próprio concreto, e a fábrica foi construída.

Durante a guerra, foi bombardeada duas vezes, ficando destruída grande parte das instalações. A reação de Honda? Imediatamente convocou sua equipe, e recolheram os bujões de gasolina extra que os aviões americanos descartavam. Chamou-os de “presente do Presidente Truman”, porque lhe proporcionaram a matéria-prima de que precisava para o seu processo industrial, matéria-prima que naquele tempo não era disponível no Japão.


Finalmente, após sobreviver a tudo isso, um terremoto arrasou com a fábrica. Honda decidiu vender sua operação de pistons para a Toyota. Aqui está um homem que claramente tomou decisões fortes para ter sucesso. Acreditava e tinha paixão pelo que fazia. Possuía uma grande estratégia. Agia com determinação. Mudava sempre de foco, mas ainda assim não produzia os resultados por que se empenhava. Decidiu perseverar.

Depois da guerra, uma tremenda escassez de gasolina atingiu o Japão, e o Sr. Honda não podia sequer sair no seu carro para comprar comida para a família. Em desespero, adaptou um pequeno motor à sua bicicleta. Num abrir e fechar de olhos, os vizinhos pediram para que lhes construísse aquelas “bicicletas motorizadas”. Um após outro, todos foram sendo atendidos, até que ele ficou sem motores.

Decidiu então construir uma fábrica para produzir os motores para sua nova invenção, mas não dispunha do capital. Como antes, tomou a decisão de encontrar um caminho, fosse qual fosse! Sua solução foi apelar para os 18.000 proprietários de lojas de bicicletas no Japão, escrevendo a cada um deles uma carta pessoal.Disse-lhes como podiam desempenhar um papel na revitalização do Japão através da mobilidade do seu invento, e convenceu cinco mil a adiantarem o capital de que necessitava. No entanto, seu produto foi vendido apenas aos mais entusiasmados, por ser grande e pesado. Ele fez um ajustamento final, e criou uma versão muito mais leve e em escala reduzida de sua bicicleta motorizada. Tornou-se um sucesso “da noite para o dia”, e valeu uma recompensa do Imperador.

Mais tarde, passou a exportar suas motos para a Europa e Estados Unidos, prosseguindo nos anos setenta com os carros que se tornaram tão populares. Hoje, a Honda Corporation emprega mais de cem mil pessoas nos Estados Unidos e Japão, e é considerada como um dos maiores impérios automobilísticos japoneses, ultrapassando todos os demais, exceto a Toyota, nos Estados Unidos. Isso aconteceu porque um homem compreendeu o valor de uma decisão vigorosa a servir de base para a ação, não importa em que condições, numa base contínua.


Persistam sempre, da forma que for, sempre vale a pena.
Boa tarde, ótimo final de semana.

;D ;**

Escolhas e Motivações...

(by Ikwa)



Achei inspirador este videozinho da Ikwa, vale a pena.
Boa tarde!

;D ;**
Posted by Karen Oswald

Espere que as pessoas te surpreendam...



Tenho observado o modo como as pessoas vem se comportando em seus ambientes de trabalho, e preciso dizer que alguns pontos estão além de choque de gerações e maturidade. Eu que pouco sei sobre comportamento, perto daqueles estudiosos deste tema, atrevo-me a dizer que não há padrões que expliquem a falta de comprometimento, por exemplo. Gastariamos um alfabeto inteiro tentando classificar em gerações, mas vemos o mesmo comportamento em todas elas.

O que separa o comprometimento do envolvimento descompromissado é a zona de conforto. E essa zona cresce, a medida que não criamos formas de conte-la. E não importa a geração, raça, genero ou idade, o vilão arqui inimigo da falta de comprometimento é a falta de empatia do outro lado. Os profissionais não querem mais ser tratados como simples recursos, querem ser reconhecidos como "pessoas", e assim ter suas necessidades consideradas, negociadas e atendidas. "Se você não me dá o que eu quero ou preciso, minha zona de conforto cresce e devora os resultados". Concordando ou não com esta afirmação, não podemos nega-la.

Mas e como lidar com este fator, que acresce a outros tantos que temos nos que nos preocupar no dia-a-dia de nossa gestão? Eu poderia elencar uma série de tópicos, que tenho usado, com certa dificuldade, para contornar situações onde este comportamento se evidencia, mas eis o principal no meu check-list:

- Ouça com atenção. E ouça o que as palavras não dizem.
- Invista tempo para conhecer as pessoas com quem trabalha, saber quem elas são.
- Na base do grito não se consegue nada.
- Quando não puder agregar, não interfira. Deixe espaço para criatividade das pessoas.
- Não critique o trabalho de outra pessoa até tê-lo realizado ao menos uma vez.
- Espere que as pessoas te surpreendam, mas reduza suas expectativas.
- Sempre dê alguns passos para trás antes de avançar.
- Respire fundo, respire fundo e respire fundo mais uma vez.
- Reconheça, obrigado e parabéns ajudam a criar pontes.
- Lembre-se de pedir por favor e me desculpe, educação é o básico.
- E nos momentos em que estiver cansado, decepcionado, não abuse da critica.


E esta caixinha de atitudes que compartilho aqui, também estou aprendendo a praticar, são conceitos simples, alguns deles são praticados de forma muito efetiva no mundo ágil. Mas,  o recado que deve ficar é que independente das outras pessoas, entregue-se a tudo que te fizer brilhar os olhos e acelerar o coração, visto que o tudo mais, é nada. E lembre-se que seu foco tem que estar no resultado, as pessoas serão parte, ou serão um meio.

Espero que possam aproveitar no cotidiano de vocês e fiquem livres para acrescentar novas dicas! Ótimo retorno de semana, um abraço!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Posted by Karen Oswald

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